05/07/2013

A sede da vela nos jogos Olímpicos 2016 recebe a Clipper.


clipperA edição 2013-2014 da Regata Clipper de Volta ao Mundo –Clipper Round The World Race, será recebida pela Marina da Glória, no Rio de Janeiro no início de outubro. O evento marca o final da primeira etapa da Clipper, que sai de Londres em 1º de setembro e reforça uma ligação entre os anfitriões do Jogos Olímpicos de 2012 e 2016. 
“Estamos muito satisfeitos por voltar ao Rio e também por sermos recebidos pela Marina da Glória, escolhida para ser sede dos Jogos Olímpicos de 2016” disse o fundador e presidente da Clipper Sir Robin Knox-Johnston (foto). “Nós temos muita experiência em trabalhar com destinos olímpicos como Qingdao na China, que em 2008 sediou a vela olímpica dos jogos. Levando em consideração que a Clipper parte de Londres, o Rio de Janeiro é um grande destino para a primeira perna da Regata. A Marina da Glória tem todas as facilidades e requisitos necessários para acomodar nossa nova frota formada por 12 barcos de competição oceânica de 70 pés. sir-robin-knox-johnston
A Marina da Glória tem uma longa tradição na recepção de grandes eventos náuticos. A realização da nona edição da Regata Clipper de Volta ao Mundo – Clipper Round The World Race, com seus barcos de 70 pés de terceira geração é parte da estratégia para consolidar o Rio de Janeiro como um destino náutico internacional. Além disso, a natureza inclusiva de eventos como a Clipper ajuda a fortalecer o esporte em muitos setores da Sociedade Brasileira.
Em seu anúncio, a assessoria de imprensa da REX, empresa concessionária da Marina da Glória disse:
” Para a REX, receber a Regata Clipper de Volta ao Mundo – Clipper Round The World Race, mostra a capacidade da Marina em atender a grandes eventos, proporcionando ao Rio de Janeiro a possibilidade de se firmar como um destino náutico nacional e internacional. Além de oferecer uma paisagem sem igual, a Marina da Glória foi escolhida como destino por reunir todos os requisitos solicitados pelos organizadores do evento, com instalações de acordo com os padrões internacionais para atender da melhor forma os corajosos participantes da Clipper. A REX se orgulha em receber a Clipper, ação que sem dúvida ajuda a difundir o esporte náutico na sociedade brasileira.
A Regata Clipper de Volta ao Mundo – Clipper Round The World Race – tem um longo histórico no desenvolvimento de instalações olímpicas, legado e envolvimento do público. Sua parceria com Qingdao na China começou em 2005 e se estende até 2016, como a mais longa parceria com seis edições consecutivas. A Clipper apoiou Qingdao na preparação para recepção dos eventos olímpicos de 2008 e depois no desenvolvimento de um forte legado denominado “A Capital da Vela na China”, introduzindo centenas de cidadãos na vela, desenvolvendo a economia marinha e uma equipe de tripulantes chineses para a entrada do Barco Qingdao na Clipper.
A primeira Etapa da Regata de Volta ao Mundo Clipper deve chegar à Marina da Glória no Rio de Janeiro entre os dias 1 e 5 de outubro de 2013 e deve partir rumo à Cidade do Cabo na África do Sul em 11 de outubro.
Este post é um oferecimento de 7 Mares Equipamentos Náuticos

01/07/2013

Aviso aos Navegantes na região de Ilhabela


Prezados velejadores, 
especialmente aqueles que navegarão nos próximos dias para Ilhabela, tenham atenção ao Aviso aos Navegantes abaixo. Peço retransmitir para todos aqueles da sua lista que estejam indo para a Rolex, a exemplo do que estou fazendo.
Bons Ventos,

Adalberto Casaes

Segue abaixo aviso-rádio publicado no site da DHN.
S 8074/13
PROXIMIDADES DA PRAIA DA PACUIBA
CARTA 1641
ESTABELECIMENTO DE BOIAS CILINDRICAS AMARELAS DESTINADAS A AMARRACAO DE ESTRUTURA FLUTUANTE DO PROJETO GUARA - LULA NE NAS POSICOES:
23-42.50S 045-18.33W
23-42.45S 045-18.81W
RECOMENDA-SE CAUTELA

27/06/2013

Flying Phantom no Iate Clube do Rio de Janeiro.

Um dia especial para nossa tripulação, pela fita azul na classe b da regata de São Pedro, e a Vitória na classe HPE 25 , ficamos honrados com o comentário do almirante Adalberto Casaes:
 Parabéns aos campeões HPE e pela Fita-Azul em regata especiamente complicada em dia de "maré viva" na baía de Guanabara! Vcs colocaram lá no alto a "bandeira" da Vela do ICRJ!

A regata foi dificílima, pouco vento e muita correnteza, e com a ajuda de Pedro "Bolder", Alejandro Martinez, e Macintyre conseguimos um bom resultado.

Agradecimentos especiais ao Maurício Thomé pela logística de apoio de prima, e ao Bolder pela aula de vela que nos deu, estes garotos são do mais alto quilate!









Almirante Casaes( diretor de vela), Avelar, Bolder, Comodoro Simão e Alejandro.

18/06/2013

Ranger 26 a venda.


Vendo Ranger 26  em ótimo estado, com jogo de vela completo (grande, balão, genoa I, II e III), pau de spi, escotas novas, Tuff Luff instalado em 2011, Windex; Motor 8hp rabeta longa com alternador instalado, Painel solar,  instalação elétrica refeita em jan/13, luz de navegação e luz de LED na cabine (vermelha e branca) novas, bomba porão e água doce, Piloto Automático, Rádio CD-MP3 c/ entrada USB, Rádio VHF fixo; WC manual, âncora Bruce com corrente inox, Carreta de encalhe com todos parafusos de inox, polimento do costado e aplicação de venenosa em 22/05/13;


O descritivo de forma mais facilitada é:

  • Velas para cruzeiro em bom estado de conservação {02 grandes(01 está bem velha) , 01 Balão, Genoa I, II e III}
  • Escotas novas
  • Tuff Luff (instalado em 2011)
  • Pau de spinnaker
  • Windex
  • Stopper 
  • Catracas 
  • Bússola
  • Carreta de Encalhe com todos parafusos em inox (2012
  • Motor de popa Mercury 8hp rabeta longa (ano 2009)  - Revisão completa em Jan/13
  • Alternador + chicote do motor + Revisão toda parte Elétrica em Jan/13 e instalado novas luzes de navegação e na cabine(Led - Branca e Vermelha)
  • Painel solar 
  • 01 Bateria 75A (Ciclo profundo) 
  • Rádio Mp3 e USB 
  • Rádio VHF 
  • WC Manual 
  • Piloto automático (Simrad TP10) 
  • Bomba porão 
  • Bomba água doce 
  • Âncora bruce 7,5kg com corrente em inox 
  • Venenosa/Polimento Costado - 22/05/13.
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11/06/2013

Eugênio Herkenhoff, o mago do centro, em mais uma matéria reconhecendo seu brilhante trabalho, agora só falta sair no New York Times!

O designer gráfico Eugênio Herkenhoff, 54 anos, sempre foi encantado pelo mar. Por essa paixão, inclusive, chegou a largar tudo e a  dedicar-se exclusivamente na juventude. Naquela época, enfrentou medos que iam além das tempestades, mas os venceu – com direito a transformá-los em boas recordações. Agora,   dedica-se à sua maior construção: está preparando um barco  que vai levá-lo, junto dos  filhos, para rever seu velho amigo novamente, do jeito de que mais gosta.

"Minha história com os barcos começou quando eu era pequeno, em Marataízes. Nasci em Cachoeiro, e era para lá que eu ia no verão. Meu pai era metido a inventor e adorava madeira. Ele vivia me levando para visitar os estaleiros tradicionais dos barcos de pesca. Naquele tempo, eles eram todos à vela. Aquilo tudo me encantou. Passei a acompanhar a chegada e saída dos veleiros no cais. Era incrível para uma criança ver os barcos lá no horizonte, brotando do infinito. Com meus primos, construía barquinhos de lata e pensava quando eu teria um de verdade. Aos 15 anos, velejei pela primeira vez no barco de um primo.

Seis anos mais tarde, já formado em Artes, decidi viajar. Sabendo disso, um amigo me indicou um conhecido que havia acabado de construir um veleiro e estava procurando tripulação para atravessar o Atlântico. Não pensei duas vezes: vendi meu carro, pedi uma licença sem remuneração de dois anos e, dentro de uma semana, já estava em alto-mar.


Ricardo Medeiros - GZ
Em oficina, no Centro de Vitória, o designer gráfico produz os barcos em que vai velejar junto dos dois filhos


Era um barco polonês, com 12 pessoas na tripulação de dez nacionalidades diferentes. Paguei 500 dólares e passei dois meses no caminho entre Brasil e Portugal. O veleiro era de aço e tinha 56 pés. Mas as tempestades davam muito medo, e os perigos eram grandes. Trocar uma vela à noite, por exemplo, era um risco danado. E, para completar, estávamos com o rádio quebrado. O aparelho só recebia mensagens, não emitia. Isso foi em 1986. Não havia GPS nem nada.

Mas o perigo também existe em horas de calmaria. Tarde linda, pôr-do-sol maravilhoso, eu estava tomando banho atrás do barco, como era de costume. A ordem era sempre alguém ficar vigiando quem estava no mar. Como demorei, meu colega saiu.

Nessa situação, o barco ficava a uma velocidade de dois nós, cerca de quatro quilômetros por hora. De repente, uma onda descompassada me pegou. Bati a cabeça no casco e desmaiei. Depois de alguns segundos, uma voz igual a do meu pai assoprou no meu ouvido: ‘Acorda agora senão você vai morrer’.

Fiz aquela força e voltei à consciência. O veleiro já estava a uns três metros de distância. Nadava, nadava e não tinha mais forças para chegar. Já tinha certeza de que iria morrer quando me lembrei do capitão falando sobre uma longa corda que ficava solta, boiando, na parte de trás.

Mesmo sem óculos, juntei forças, procurei e conseguir subir sozinho. Quando entrei, estava todo mundo rindo, se divertindo, jogando xadrez. Ninguém percebeu nada do que havia acontecido. Não faltou foi bronca para colega que me abandonou.


Foto: Ricardo Medeiros - GZ
Ricardo Medeiros - GZ
Em oficina, no Centro de Vitória, o designer gráfico produz os barcos em que vai velejar junto dos dois filhos
Toda a minha paixão veio de uma mistura dessas emoções. Tem gente que fala que a travessia no Atlântico faz a gente pegar o vírus do mar, e acho que foi isso o que aconteceu comigo.

Depois disso, cheguei a ter velas pequenas, entrei no Iate Clube e participei de algumas competições. Há cinco anos, decidi mudar de vida e comecei a me preparar para fazer mestrado. Queria dar aula, poder ensinar um pouco do que aprendi no mundo. Meu irmão, então, chegou até mim e disse que não sou da teoria, mas da prática. Isso me deu um estalo.

Decidi ir por outro caminho: colocar a mão na massa. Tive a ideia de uma barco para cada filho – Davi, 9, e Cintia, 15 – para que eles pudessem viver a mesma experiência que eu tive. Os dois herdaram o meu gosto e já até participam de competição.

Comprei um projeto de um arquiteto sul-africano e estou produzindo dois veleiros que têm capacidade de fazer uma viagens na nossa costa, com equipamento completo.

Acredito que dentro de dois ou três anos tudo esteja pronto. Estou fazendo tudo sozinho e com ferramentas bem manuais, por isso demora. O mais legal está sendo o processo. Eu recebo muitas visitas, amigos, pessoas que querem conhecer esse trabalho. Costumo chamar minha oficina de bar sem álcool.

É um investimento grande. Só o material de cada barco custa R$ 40 mil, mas o que vale é a experiência. O mar é um grande desafio. Construir algo que vá ajudar a apreciar toda a imensidão do mar é superar mais um deles.” Fonte: A GAZETA

10/06/2013

Dumas El caballero del mar


A Classe Sipe surgem Buzios com um nome que pos si só já fala tudo e traduz o espírito destes yachtmen: Bruder!

Caros Amigos da Classe Snipe,

Desculpem o texto longo... 

No próximo fim de semana vamos organizar no BVC o Campeonato de Snipe Buzios 2013

Desde o primeiro momento em que idealizamos criar uma regata para a Classe Snipe em Buzios, planejamos, de alguma maneira, torna-la tradicional e perene.
Isso porque temos certeza de que a Raia de Manguinhos, em Buzios, tem a cara da Classe Snipe pois é um dos melhores locais do Brasil para regatas, ao mesmo tempo é social, pois a  raia fica a 3 minutos do Clube, e o BVC é uma casa de velejadores. Ir a Buzios para velejar de Snipe é uma combinação de sucesso , na certa.

Junto com a ideia dessa regata, ( que começa pequena, mas vai se ajustando ao longo dos anos, até quem sabe, ser um dos grandes eventos do calendário anual de snipe) ), temos a intenção de usar o momento para reforçar as tradições da Vela, em um ambiente autentico de velejadores.

Isso, principalmente porque percebemos que nos grandes Iate Clubes, a Vela vem perdendo espaço e identidade no dia a dia.

E a unica forma de se manter as tradições para o futuro é fazer com que os mais jovens conheçam o passado.

E o passado da Vela Brasileira foi escrito por velejadores absolutamente brilhantes, que navegaram e navegam por aqui.
Por conta dessas pessoas peculiares, a Vela Brasileira desfruta, como esporte, de um sucesso surpreendente comparado com os outros esportes olimpicos.

Sem esses genios desgarrados que tivemos ( e temos, por uma peculiar passagem de tradições ), certamente estariamos no mesmo patamar do Rugby Brasileiro.

No ano passado, demos inicio à ideia, idealizando uma regata em um fim de semana, uma regata Buzios-Cabo Frio, e juntando ao resultado do Leste Brasileiro, fazer um Mid-Winters de Snipe no periodo de inverno na Região dos Lagos.
Chamamos o Campeonato de Taça Roger Wright, para, com muita justiça, homenagear ao Roger, mas pensamos também em chamar de Taça Ivan Pimentel, ( que, educadamente não quis, por achar que seria melhor homenagear aos que já estejam no andar de cima).

Nesse ano de 2013, ---sempre focando em, daqui a 10 anos, e na formação de um núcleo que ajude na manutenção das tradições e desenvolvimento da Vela-- resolvemos modificar o formato, e dar um nome ao evento que identifique a Classe e o Local:

O nome será CAMPEONATO DE SNIPE BUZIOS 2013

E a cada ano, preimiar aos vencedores com um Troféu que tenha  o nome de uma personagem relevante para a Vela Brasileira
E a sinopse da atuação dessa pessoa na Vela, será publicada na Internet, no Site do Clube, nas Redes Sociais e onde puder ser dada repercussão.

O ano passado, que foi a primeira edição da Regata, homenageou ao Roger Wright.  

Nesse ano, vamos homenagear ao velejador que, espantosamente, muitos das novas gerações não sabem nem quem foi.

Mas que foi, provavelmente o mais importante velejador que a Vela Brasileira já teve, pois viveu a seu tempo, uma carreira equiparável aos principais velejadores de todos os tempos na Vela Mundial. Isso tudo, ainda no final dos anos 60.
BRUDER foi, além de um velejador absolutamente fora da curva, um construtor de barcos de competição, que se espalharam pelo Brasil.

Muitos que velejam hoje de Snipe conviveram com o Bruder, e certamente tem historias para contar.

Vamos publicar o texto abaixo também no Facebook do BVC
www.facebook/buzios.velaclube, e comentários e enriquecimentos no texto feitos lá serão muito uteis para que o publico possa conhece-lo melhor

Esse ano, os vencedores em Buzios receberão portanto, com enorme espirito de reverencia, o TROFÉU JOERG BRUDER.

Para compilar essa sinopse, pedimos à filha dele, Georgia Bruder, que nos preparasse um texto.

Georgia foi absolutamente gentil em nos ceder as informações abaixo, e informa que está preparando um livro sobre o Pai.
É possivel até que muitos de voces, que também foram amigos do Bruder, possam ter contribuições para o livro e para a consolidação dessa especialíssima trajetória. 

JOERG BRUDER

Joerg Bruder nasceu em São Paulo no dia 16 de novembro de 1937.
Seu contato com o esporte começou bem cedo. Aos três anos de idade já pulava da plataforma mais alta da piscina do Clube Pinheiros, onde seus pais,Heinz e Ruth Bruder, davam aulas de Educação Física.
A família divertia-se  nos finais de semana com um antigo veleiro  Seagull na Represa Guarapiranga.Velejavam e nadavam durante o dia e ao anoitecer,faziam da retranca e lona uma cobertura para passarem a noite.
Mudaram-se para o Clube Banespa,onde Joerg fez parte da equipe de natação e pólo aquático.
Aos 18 anos,um acidente de moto quase custou-lhe a perna direita,ficando  muitos meses no hospital. Mesmo com muito esforço para recuperar os movimentos ,percebeu que não conseguiria nadar de maneira competitiva,voltando-se então para a vela.
Começou a velejar com amigos e barcos emprestados. A primeira regata foi disputada em 1959,ficando em último lugar!
Já em 1960,começou a revelar-se  como um velejador talentoso.Talento que foi conquistado com muita disciplina,garra,esforço,determinação e paixão !
Amigos contemporâneos  contam que ele tinha uma intuição e percepção aguçadas, o que destacava  suas  habilidades tanto na estratégia de uma regata,quanto na arte de regular seu barco. Essa última levou-o a desenvolver seu próprio mastro. Muitas vezes,velejou com seu Finn “Neguinho” ,doado pelo Yacht Club Paulista de onde fora sócio benemérito, parando algumas vezes na Ilha dos Amores para  lapidar seu mastro de madeira com uma plaina.Mastro que ,anos mais tarde ,foi fabricado com sucesso; primeiramente em madeira,depois em alumínio.
Cuidava bem de seu corpo.Não fumava , não ingeria bebidas alcoólicas e fazia ginástica religiosamente todos os dias.Chegou a desenvolver um suporte simulando o contrapeso em  um barco,ficando com os pés presos e tronco livre,forçando  um abdominal isométrico.Nesta posição,corrigia as provas de seus alunos da faculdade de Geologia da USP,onde lecionava.
Em contraste com seu comportamento rabugento dentro d’água,em terra Bruder era gentil, alegre e de uma certa maneira,sensível.Sensibilidade esta talvez construída pela sua paixão por música Clássica,especialmente Beethoven.
Seu esforço rendeu-lhe muitos títulos,mesmo com dificuldades em conciliar trabalho e a Vela,pois naquela época praticamente não havia auxilio para os atletas e ,por ser amador,não poderia ter nenhum  tipo de patrocínio.
Abaixo ,seguem as principais conquistas:
 
11 vezes Campeão Paulista Finn
8 vezes Campeão Brasileiro Finn
3 vezes Campeão Sul Americano Finn
2 vezes Campeão Norte Americano Finn 
3 vezes Campeão Mundial Finn
2 vezes Vice-Campeão Mundial Finn
2 vezes Campeão Jogos Panamericanos Finn
1 vez Campeão Campeonato África do Sul Finn
1 vez Vice-Campeão Europeu Finn 
2 vezes Campeão Paulista Iole Olímpica
1 vez Vice-Campeão Brasileiro Iole Olímpica
2 vezes Campeão Paulista Sharpie
1 vez Campeão Paulista Snipe
1 vez Campeão Brasileiro Snipe
1 vez Vice-Campeão Mundial Star
1 vez Campeão Norte Americano Star
2 vezes Campeão Bacardi Cup Star
5 vezes Campeão Brasieliro Star
5 vezes Campeão Paulista Star
1 vez Campeão Semana de kiel Star
1 vez Campeão Copa Ouro Brasil-Argentina Star
2 vezes Campeão Sulamericano Star
1 vez Vice-Campeão  Europeu Star
1 vez Vice-Campeão Brasileiro Lightning
3º lugar Campeonato Mundial Soling
1 vez Campeão Intenacional Marstrand Soling
 
 Seu grande feito foi ter conquistado 3 vezes o Mundial de Finn consecutivamente nos anos de 70,71 e 72 
 Faleceu  em 11 de julho de 1973,aos 34 anos num acidente de avião rumo à França para disputar a Finn Gold Cup,onde tentaria conquistar seu 4º título Mundial.
40 anos depois de sua morte,sua ausência ainda é sentida pela família.

Georgia Bruder

09/06/2013

Sir Thomas Lipton o homem que mudou a Americas Cup, este cara devia ser matéria especial nas escolas na matéria : Formação e desenvolvimento de caráter.






Entre 1899 e 1930, o Irlandês  Thomas Lipton , condecorado Sir por sua majestade,  foi agraciado com o título inédito e sensacional  de o mais célebre perdedor da copa América, competição esportiva mais antiga do mundo, mais antiga 49 anos que a olimpiada moderna, a copa é representanda por uma jarreteira de prata, curiosamente  sem fundo, conhecida como "Auld Mug" , taça esta , que misticamente  o caminho certo para o " escoamento" de muitas vaidades e fortunas.

O magnata do chá, pionieiro no marketing esportivo, velejando com seus veleiros sempre barizado de Shamrock( I,II,III,IV e V) tentou por não menos que cinco vezes levar
a taça, e teve o exito de ser o desafiante por cinco vezes obviamente, o que por sí só já uma honra e um mérito acima da média, acima de tudo aliás.
Perdeu 3 vezes para os Columbia, uma para o Veshelda e outra para o Relliance.










                                 Vídeo de Thomas Edisson, de 1899, da américas Cup, como Columbia vencendo o Shamrock.

Todas as cinco vezes ele perdeu, mas perdeu de uma forma que nos ensinou o que é ser velejador, o que é saber perder, e  com muito bom humor, sendo inclusive presenteado pelo prefeito de Nova York com uma taça em ouro para celebrar sua força de vontade e espírito desportivo.
Lipton , foi o célebre autor desta frase que é o sobretítulo desta revista:

"Business with everyone , sailing only with gentlemen".


É atribuída a ele também esta frase:

"Eles me dizem que tenho um belo barco. Eu não quero um belo barco. O que eu quero é um barco para erguer a Taça - um Reliance. Dê-me um barco simples, o barco mais simples já feito, desde que ele seja mais rápido que o Reliance."

O comandante dos Shamrocks, ficou multimilionário antes dos 30 anos trabalhando no negócio do chá e mercearias, fez o caminho inverso dos imigrantes irlandeses e voltou á terra natal , vindo dos EUA, numa época que milhares de compatriotas vinham ao novo mundo.

Na Irlanda , Lipton iniciou um próspero negócios de mercearias( seus pais já eram merceeiros) , e casas de chá. Até então inacessíveis as massas.
Lipton também foi o percursor do chá em saquinhos.

Grande esportista, através do seus amigos, o  rei Gulherme VII e do rei George , inciou-se no mundo do Yachting.

Mas não foi só pelo seu desempenho em regatas que ficara famoso, Litpon era um cavalheiro de verdade, solteirão, contribuidor voraz de causas sociais , filantropia e caridade e também um "bon vivant", namorador , chegou a morar anos em um "Yacht" para que ficasse mais próximo das regatas e viajar a todo o tempo, mas acima de tudo , Sir Thomas, era um expert em marketing.
                                           A Jarreteira sem fundo. The Auld Mug.

Suas participações na Americas Cup fez com que seu chá ficasse famoso em todo o mundo.

Sir Ernst Shakleton & Sir Thomas Lipton, dois mitos do mundo náutico.
Além do Yachting , é atribuido a Lipton o início das copas do mundo de futebol, ele foi o patrocinador e idealizador dos primeiros torneios internacionais de futebol, em 1909 e 1911.
Ao morrer,  doou a sua fortuna a obras de cunho social, e sua fundação, até mesmo seus troféus foram na leva.

Este cara foi demais, é o meu ídolo número 1 , e me foi apresentado pelo amigo Luciano Secchin, o Lucky.

Ainda esta semana Billy Brown mandou este link de umas ações protagonizadas por Larry Ellison,  outro cara rico prabaralho e também muito importante, mas que desta vez está destruindo a Copa América: http://gcaptain.com/larry-ellison-destroying-americas-cup/

Fica aí um pouco da história do maior ídolo da vela mundial, o ídolo da revista Avelok, Sir Thomas Lipton.


Uma ótima semana a todos!!

Procissão de São Pedro, tradição a ser vivida1 Tome nota , enfeite seu barco de alegria e venha receber a benção do santo pescador !


Campeonato Estadual de Vela , segunda etapa, coisa linda de ver, tudo perfeito!

Fim de semana de regatas no ICES: campeonato estadual segunda etapa, nada menos que 13 veleiros na água, um dia lindo, vento perfeito de 12 nós de sudeste-leste, mar limpíssimo, um astral sensacional na água e também a bordo, um papo agradabilíssimo e só energia positiva, aproveitei este dia com meus amigos Marcos AlbuquerqueNeto NetoJulio MarquesFernando MendonçaRenato Lage,Leonardo Teodoro de Oliveira, a propósito andamos bem nas duas regatas, principalmente na primeira, que chegamos na frente dos nossos amigos do Kironsete de Simão Bassul Neto e do Aventureiro de Rodrigo Stephan, na segunda o Stephan mandou bem e nos venceu. As regatas foram muito legais mesmo, muito muito mesmo!
 A vela capixaba está numa fase muito legal! que continue assim sempre!
O clube tem caprichado no Sweepstake e a galera tem comparecido com fervor! 
Viva a vida, viva a vela!!




Acontecerá dia 10 de agosto o 1º Rallye Náutico do Espírito Santo, uma iniciativa da Locamaxx Imobiliária.

Prezados amigos nautas e amantes da vela de plantão, no dia 10 de agosto realizaremos um evento que vai reunir velejadores e pilotos de lanchas em um passeio recheado de alegria e alto astral, com direito a um sweepstake de primeiríssima qualidade!! Uma iniciativa inédita em nossas águas, fiquem ligados que esta semana sairá a divulgação completa do 1º Rallye Náutico Locamaxx Rede Netimóveis com apoio do Iate Clube Espírito Santo

Harry Manko, sempre com filmes sensacionais e gozadíssimos!

Um vídeo de compilações da Volvo Ocean Race, a volta ao mundo.

Os nós mais usados no mundo náutico, uma vídeo aula, aprenda para não chamar cabo de corda!